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Poemas, Poesias e Elegias - Tomo I


Antes de tudo...

Como alguns dos leitores mais antigos sabem, a minha maior musa inspiradora tornou-se minha esposa. A maioria dos poemas de amor que escrevo são dedicados àquela que conquistou o meu coração (claro), mas que me deu a felicidade de deixar que o seu coração fosse conquistado por mim (sorte de poucos poetas)!

ANTES DE TUDO

José Infante Néto

 

Antes do início,

antes de ser das eras,

antes de qualquer princípio,

bem antes de haver céu e terra,

fomos imaginados,

criados,

depois separados

e escolhidos,

para sermos namorados,

para sermos mulher e marido!

 



Escrito por Aqueta às 09:14
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PERTO DO CÉU

José Infante Néto

 

Perto do céu,

num abraço teu,

num beijo teu,

quando sinto o teu calor,

quando sinto o teu amor.

 

Tão perto do céu,

com um olhar teu,

com um carinho teu,

quando sinto a paixão

inundar meu ressecado coração.

 

Bem perto do céu,

quando encosto no corpo teu,

quando encostas teu corpo no meu.

Mudam-se as cores ao meu redor,

quando nosso amor se faz maior!

 



Escrito por Aqueta às 11:51
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LONGE DE MIM

José Infante Néto

 

Noite sem luar,

praia sem mar,

mundo sem vida,

vida mais sofrida!

 

Eu sem você,

sem nada para dizer.

Que fazer da solidão?

Como calar meu coração?

 

Já passa mais um dia,

agonia que se reinicia,

ciclos sem fim:

você tão longe de mim...

 



Escrito por Aqueta às 15:41
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Saudade...

Hoje não vou postar poesia. Quero registrar minha saudade. Estou com saudade de várias pessoas que conheci aqui na internet, que tinham blogs também e que, por motivos diversos, sumiram! Escrevi para uma amiga, gostaria até de postar o que lhe escrevi. Talvez, um outro dia. Hoje sou só saudade, lembranças e nostalgia... Hoje sou versos antigos num livro empoeirado que ninguém mais lê... Hoje sou um ontem longínquo...



Escrito por Aqueta às 18:57
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Medo do escuro

MEDO DO ESCURO

José Infante Néto

 

Uma sombra

na penumbra...

Um vulto

na escuridão...

Um tremor

nos joelhinhos

e um calafrio

no menino,

olhos arregalados

que correm assustados

ao único refúgio,

o mais seguro,

o colo do pai!

 



Escrito por Aqueta às 08:48
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