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Poemas, Poesias e Elegias - Tomo I


Hoje eu acordei com AQUELA dor de cabeça...

ENXAQUECA

José Infante Néto

 

Dor.

Muita dor.

Dor de cabeça.

Minha cabeça dói muito.

Tomo chá.

Tomo gotas.

Tomo comprimidos.

Passo pomadas.

Faço massagens.

Faço acupuntura.

Tratamentos, analgésicos antiinflamatórios,

anticonvulsivantes, antidepressivos,

homeopatias, relaxamento e anti-alérgicos.

Exames, eletroencefalogramas,

tomografias computadorizadas,

vega-teste, ressonâncias magnéticas,

hemogramas, sumários, endoscopias,

oftalmológicos e alergias.

Tudo em vão.

A dor insiste pulsante.

A dor persiste.

Muita dor.

Dor.

Pergunta para o final de semana, quero encerrar a vida do poeta com esta:

O poeta pode criar em seu poema uma falsa impressão como se fosse verdadeira, ou, pior ainda, para embelezar os seus versos ele poderia "mentir descaradamente"?

Aquele super final de semana para todos os que passarem por aqui e os que não passarem também! VaLeU!



Escrito por Aqueta às 07:45
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Carol

Logo quando comecei minha vida de blogueiro pela internet, conheci uma pessoa que foi se tornando cada vez mais especial. Às vezes simples amiga, às vezes confidente. Chegou a ser musa. Ela é uma pessoa linda, em todos os sentidos. Merece toda a poesia que alguém pode escrever. Poderia ser a musa inspiradora de vários poetas e a dona suprema de corações desprevenidos...

De repente, essa pessoa maravilhosa, que já fazia parte de minha vida de maneira tão intensa, passa por uma dessas dificuldades que a vida nos joga como uma onda arrebentando nas pedras do arpoador (nunca estive lá...) e ela resolve dar um tempo de nossas vidas se desligando do nosso mundo virtual. Só que ela não sabia o quão especial já havia se tornado na minha vida e na vida de tantas outras pessoas plugadas nessa rede mundial. Então, mesmo ferida e abatida, ela resolve ficar por aqui.

Eu gostaria que todos vocês que passassem por aqui e lessem este post fossem visitá-la no seu cantinho http://cantinhocarol.zip.net e lhe dessem uma palavra de apoio.

Esse meu post é mais um agradecimento a esta pessoa por me suportar a tanto tempo aqui na net colado no pé dela igual "duas e dez".

CAROL, OBRIGADÃOZÃO por você fazer parte da minha vida!

Fiquem em paz, fiquem com Deus!



Escrito por Aqueta às 08:13
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Segunda-feira chegou e vou responder aquela pergunta com poesia, prestem atenção:

FANTASMA

José Infante Néto

 

Sombra branca, tão perto,

parece até minha sombra,

me perseguindo,

fantasma que assombra,

tenta me enfeitiçar,

está querendo me amedrontar?

 

Escute, ser alado,

não sou de ficar amedrontado,

e tu não és nada,

nem bruxa, nem fada,

nem sombra, nem fantasma;

tu és um resto de vida mal terminada...

Angustiada...

Fracassada...

Desesperada...

Depois de escrever este poema, fiz uma brincadeira com uma amiga minha formada em letras: pedi para que ela fizesse a interpretação do texto. Vejam a interpretação que ela deu a este poema:

Narração em primeira pessoa. Intenção de comover o leitor? Talvez... Relação de opostos presente na primeira estrofe. Indica conflito interno, de sentimentos ou de pensamentos, talvez de ambos.

Interpretação de texto complicado... bom... lógico, está falando de um fantasma, que é um espírito. Espírito do que? (parece até minha sombra me perseguindo) sua consciência, talvez os próprios pensamentos, os sonhos ou mesmo os pesadelos. Algo que atrai e afasta ao mesmo tempo (fantasma que assombra, tenta me enfeitiçar), Será o fantasma do amor? De um amor tão grande, que traz consigo o medo, medo que o ser humano tem de se entregar por inteiro, de se tornar assim vulnerável àquela pessoa? Bom, um fantasma de um amor que na verdade não é tão bem vindo assim... pode ser um amor proibido... um amor daqueles que se luta contra... hahaha esse poema dava uma novela.

Primeira coisa que aparece na segunda estrofe = negação. Negação do sentimento, da situação... (escute ser alado...) narrador em primeira pessoa... o poema fica em tom pessoal, quase verdadeiro. Pelo menos tentando, induzir o leitor à ideia de que quem escreveu realmente estava vivendo a situação.
(tu és um resto de vida mal terminada...) um amor mal resolvido, uma situação qualquer mal resolvida. Uma maneira de menosprezar a pessoa, ou o sentimento, diminuindo assim a importância do mesmo.

Minha versão do seu poema:

Alma

Sombra branca de mim tão perto
Até minha mesmo parece
Perseguindo-me risonha,
De um rir que fere que aparta de ti
De um rir que caçoa de mim
De um lindo sorrir que me pode por cativo
Dona dos meus medos

Ouça-me estranha alma de brancas asas
Que dos meus medos mais medonhos sou eu quem sei
Tu com suas caçoadoras risadas
Permanece no vácuo, no nada
nem bruxa nem fada
nem sombra nem fantasma
Apenas um doce amargo resto de vida mal terminada
Que me fere quando me amas
e me amas quando me atacas


Ceres de Oliveira Xisto


Agora, a grande revelação...

Este, como tantos outros poeminhas que já escrevi, tiveram como motivação a minha enxaqueca. Isso mesmo, na verdade eu estava falando da minha dor de cabeça!

Por falar nisso, ando sentindo muita saudade da minha amiga Ceres... Por onde andas?

Boa semana a todos! VaLeU!



Escrito por Aqueta às 07:44
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